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Núcleo Bahia apresenta pesquisas sobre território, extensão e lutas populares no I Congresso da UEFS

O Núcleo Bahia do projeto de pesquisa “Direito das Favelas” participou do I Congresso da Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS), realizado entre os dias 04 e 07 de maio de 2026, em comemoração aos 50 anos da instituição. O evento reuniu a comunidade universitária em grupos de trabalho voltados à produção crítica do conhecimento e ao fortalecimento da universidade pública. Integrando o GT 68 “UEFS para quem?: a extensão como espaço de produção de uma universidade popular”, integrantes do projeto apresentaram trabalhos construídos a partir de experiências oriundas da pesquisa-ação desenvolvidas em territórios populares de Salvador, articulando extensão universitária, produção coletiva do conhecimento e fortalecimento comunitário.
Entre os trabalhos apresentados esteve “Território e universidade: pesquisa ação, luta e fortalecimento comunitário em Canabrava, Salvador BA”, de autoria de Diego D’ Amorim, Felipe Canto, Liana Viveiros e Rebeca Bispo da Costa. A pesquisa discutiu o papel da extensão universitária na construção de práticas acadêmicas comprometidas com os territórios populares, a partir de experiências desenvolvidas nas comunidades de Canabrava e Loteamento das Mangueiras. O trabalho evidenciou como a articulação entre universidade e território possibilitou a construção coletiva de conhecimentos por meio de oficinas, entrevistas, mapeamentos territoriais e incidência em conflitos locais, fortalecendo os debates sobre ZEIS e Direito à Cidade, valorizando, assim, as narrativas produzidas pelos moradores.
Também foi apresentado o trabalho “Pensar, agir e sentir: navegando pela experiência da pesquisa luta na Gamboa de Baixo”, de autoria de Adriana Nogueira Vieira Lima, Ana Clara Evangelista de Melo, Fernanda Christina Silva Gonzalez e Nayara Amaral Muniz. Desenvolvida na comunidade tradicional pesqueira da Gamboa de Baixo, localizada em Salvador (BA). Em tal caso, a pesquisa ação propôs uma reflexão crítica sobre os limites do direito estatal na compreensão das dinâmicas urbanas periféricas. O trabalho destacou a existência de formas de pluralismo jurídico produzidas no cotidiano da comunidade, a centralidade do maretóriona reprodução da vida e a pesquisa-luta como metodologia capaz de fortalecer estratégias concretas de permanência no território.
A participação do Núcleo Bahia no I Congresso da UEFS reforça o compromisso com pesquisas críticas e socialmente comprometidas, voltadas à compreensão das dinâmicas urbanas, territoriais e jurídicas vivenciadas em comunidades periféricas e tradicionais. Os debates realizados durante o encontro contribuíram para fortalecer o diálogo entre universidade e território, evidenciando a extensão universitária como espaço de produção coletiva do conhecimento e de fortalecimento das lutas populares.

Núcleo Bahia apresenta pesquisas sobre território, extensão e lutas populares no I Congresso da UEFS
O Núcleo Bahia do projeto de pesquisa “Direito das Favelas” participou do I Congresso da Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS), realizado entre os dias 04 e 07 de maio de 2026, em comemoração aos 50 anos da instituição. O evento reuniu a comunidade universitária em grupos de trabalho voltados à produção crítica do conhecimento e ao fortalecimento da universidade pública. Integrando o GT 68 “UEFS para quem?: a extensão como espaço de produção de uma universidade popular”, integrantes do projeto apresentaram trabalhos construídos a partir de experiências oriundas da pesquisa-ação desenvolvidas em territórios populares de Salvador, articulando extensão universitária, produção coletiva do conhecimento e fortalecimento comunitário.
Entre os trabalhos apresentados esteve “Território e universidade: pesquisa ação, luta e fortalecimento comunitário em Canabrava, Salvador BA”, de autoria de Diego D’ Amorim, Felipe Canto, Liana Viveiros e Rebeca Bispo da Costa. A pesquisa discutiu o papel da extensão universitária na construção de práticas acadêmicas comprometidas com os territórios populares, a partir de experiências desenvolvidas nas comunidades de Canabrava e Loteamento das Mangueiras. O trabalho evidenciou como a articulação entre universidade e território possibilitou a construção coletiva de conhecimentos por meio de oficinas, entrevistas, mapeamentos territoriais e incidência em conflitos locais, fortalecendo os debates sobre ZEIS e Direito à Cidade, valorizando, assim, as narrativas produzidas pelos moradores.
Também foi apresentado o trabalho “Pensar, agir e sentir: navegando pela experiência da pesquisa luta na Gamboa de Baixo”, de autoria de Adriana Nogueira Vieira Lima, Ana Clara Evangelista de Melo, Fernanda Christina Silva Gonzalez e Nayara Amaral Muniz. Desenvolvida na comunidade tradicional pesqueira da Gamboa de Baixo, localizada em Salvador (BA). Em tal caso, a pesquisa ação propôs uma reflexão crítica sobre os limites do direito estatal na compreensão das dinâmicas urbanas periféricas. O trabalho destacou a existência de formas de pluralismo jurídico produzidas no cotidiano da comunidade, a centralidade do maretóriona reprodução da vida e a pesquisa-luta como metodologia capaz de fortalecer estratégias concretas de permanência no território.
A participação do Núcleo Bahia no I Congresso da UEFS reforça o compromisso com pesquisas críticas e socialmente comprometidas, voltadas à compreensão das dinâmicas urbanas, territoriais e jurídicas vivenciadas em comunidades periféricas e tradicionais. Os debates realizados durante o encontro contribuíram para fortalecer o diálogo entre universidade e território, evidenciando a extensão universitária como espaço de produção coletiva do conhecimento e de fortalecimento das lutas populares.
















